
Malick leva o cinema aos seus limites, tentando expor todo o filme através do som e das imagens, levemente enquadradas com a narração quase poética.
Continuo a considerar que falha na sua tentativa de se assumir como realizador filosofo, torna a sua obra demasiado pretensiosa, e estéreis as as sensações que produz.
Apesar de tudo Malick consegue produzir memórias duradouras e tem uma influencia enorme na minha visão do cinema. Em The Tree of Life há muito para rever, e talvez então até possa vir a considerá-lo o melhor de Malick.
Memórias: A relação de Mr. O'Brian com os filhos, sequência do Big Bang
Ainda espero a obra prima de Malick, basta-lhe moderar um pouco a ambição e conseguirá certamente descobrir algo profundo no aparente trivial das nossas vidas.