
Talvez seja o mais equilibrado Lars von Trier, mas nem por isso é mais consensual.
A personalidade de Lars não lhe permite contar uma história de amor sem a levar ao limite da loucura e do absurdo. E o amor, não é isso mesmo?
Memórias: Ondas a bater nas rochas, o desespero de Bess, igreja.
Apesar de marcante, não é o meu preferido na obra de Lars von Trier, ou talvez simplesmente ainda não conhecesse suficientemente bem o seu universo retorcido.