I'm not afraid of death. I'm afraid of time.
Parecia evidente que um ambiente tipo 2001 surgiria no caminho de Nolan.
Nolan sempre foi um realizador frio, perfeito para filmar 'green screens', melhor argumentista que realizador e aqui cede demasiado aos diálogos pseudo-cientificos e aos "Será que conseguem?" típicos do género.
Ao contrário de Inception, The Prestige ou Memento aqui não há grandes surpresas, muita banalidade e muita técnica para nos dar apenas um momento de rara emoção, quando Cooper vê as mensagens do filho, quando as lágrimas aparecem no cinema artificial e frio de Christopher Nolan.
