Com Bresson estamos sempre preparados para a tragédia, mas talvez nunca tão violenta nem com tanto simbolismo.
No seu último filme Bresson não abdica do minimalismo nem da passividade das personagens.
O destino, consequência da sociedade que rodeia a personagem, desenrola-se naturalmente como se fosse inevitável.
Podemos talvez concluir que o que Bresson nos diz é que temos que mudar (ao contrário do que acontece nos seus filmes) ou aceitar as consequências.
