L’Argent - Robert Bresson - 1983

I want happiness now, on my terms. 

















Com Bresson estamos sempre preparados para a tragédia, mas talvez nunca tão violenta nem com tanto simbolismo.
No seu último filme Bresson não abdica do minimalismo nem da passividade das personagens.
O destino, consequência da sociedade que rodeia a personagem, desenrola-se naturalmente como se fosse inevitável. 
Podemos talvez concluir que o que Bresson nos diz é que temos que mudar (ao contrário do que acontece nos seus filmes) ou aceitar as consequências.