Cinema poesia. Paixão, feridas, esquecimento.
Abertura fenomenal para Alain Resnais e Marguerite Duras.
Memórias: Imagem inicial, sorriso de Emmanuelle, texto, passos, Hiroshima...Nevier....en France.
Uma bela forma de passar dos 50's para os 60's.
Sinto que Hiroshima mon amour ainda tem muito espaço para crescer dentro de mim.