"No! I'm not like you. I don't feel like you."
O que se passava com aquela gente dos 60's? Alucinados!
Só duas visualizações, mas ainda não chega. Demasiados simbolismos.
Persona vale mais pelo que meditamos após, do que pelo que conseguimos sentir quando o vemos.
Estética apurada, sensual, complexo.
Memórias: Planos das faces, confissão da orgia na praia, fusão da imagem/identidade
Compreendi? Sim. Tudo? Ainda não.
Vejo Persona como uma provocação, uma obra aberta, gosto, mas teria maior impacto com um pouco menos de pretensiosismo.