
Um dos exemplos de flicker film como The Flicker de Tony Conrad e N:O:T:H:I:N:G de Paul Sharits.
Insere-se no conjunto de structural films dos anos 60 que reduzem o cinema à sua gramática essencial: luz, som e frequência.
Arnulf Rainer funciona filosoficamente e como experiência de forma similar a 4′33″ de John Cage em 1952.
Provoca e desperta-nos mesmo se a resposta a estes estimulos não é evidente.