Distant Voices, Still Lives - Terence Davies - 1988

I don't feel any different.



Terence Davies cria o seu universo autobiográfico em dois segmentos sobre uma família da classe trabalhadora nos anos 50 em Liverpool.
A religião, o cinema e a cultura popular contextualizam sua infância.
Davies tem uma forte identidade na forma e na temática.
Embora não sinta muita empatia com o seu cinema gosto do seu sentido estético e da forma como aborda o neo-realismo na primeira pessoa.