Ozu em 1935 ainda evita o sonoro mas antecipa o neo-realismo europeu do pós-guerra.
Admirável a subtileza com que Ozu transmite a mensagem, com as fábricas ao fundo, como uma miragem, as linhas de electricidade e telégrafo que aprisionam na estrada os personagens perdidos num novo mundo onde não têm lugar.
Memórias: uma refeição imaginária.