"I realized that in becoming a gentleman, I had only succeeded in becoming a snob."
Talvez o melhor trabalho de David Lean.
Mais uma adaptação feliz de Dickens, com o enredo a colorir as poderosas imagens a preto e branco.
Memórias: a beleza de Jean Simmons (Valerie Hobson não tem culpa) e as árvores do cemitério.
Lean apresenta por vezes uma perfeição apática que me arrefece os sentidos, mas Dickens conhecia como poucos a natureza humana, e ignora a neutralidade de Lean.
