
Fight Club afirma Fincher como um dos melhores realizadores de estúdio da actualidade, e simultaneamente a sua falta de identidade enquanto artista.
A desmultiplicação da personagem em duas funciona bem, mas começa a ser recorrente no cinema actual a tendência de fazer do climax final uma inversão de toda a história que assistimos.
Fight Club, apesar da violência desnecessária, é um bom filme, mas quando se pisca o olho à juventude rebelde, é necessário ter uma mensagem clara, e Fight Club não tem.
Memórias: exagero nos (bons) truques que a tecnologia digital permite.
Podia ter sido um dos melhores da década, mas acabou por ficar aquém do seu potencial.