
Homenagem aos Balcãs, pouco depois da queda do muro e ainda em plena guerra na Jugoslávia.
Muitos diriam que é lento e pretensioso, embora reconhecendo que ficou longe da aspirações de Angelopoulos, gostei da viagem.
Memórias: Lenine a apontar para lado nenhum, a sensação de perda, a viagem que une os povos, a encruzilhada
Desconheço se Angelopoulos chegou a encontrar equilíbrio no seu cinema mas o olhar de Ulissses diz-nos muito sobre a Grécia actual e tem a ousadia de procurar as respostas que os Balcãs ainda não conseguiram encontrar.